
KLB Ao Vivo no Miami Beach
Os três irmãos “mais queridos” do Brasil, os KLB vão actuar neste Domingo, dia 20 do mês corrente, no Restaurante Miami Beach, em Luanda.
Fonte: Blog Xitimela
Créditos: Planet KLB

Depois de anos em baixa, o retorno ao topo de Whitney Houston vem sendo comemorado pelos fãs da artista norte-americana. A volta às paradas nos EUA com o novo CD, I Look to You no primeiro lugar de vendas, entre outras histórias que pontuam a refeita trajetória dessa campeã de hits
Whitney Houston completou 46 anos em agosto, mas tem muito mais a comemorar. Ela deu a guinada aguardada por muitos para um novo começo, vingando com vontade de se distanciar da vida arrasada e do naufrágio consequente na carreira de tantos sucessos, como se dirigia nos últimos tempos. A potência vocal, extremada em vibrantes interpretações, podia até não agradar a todos, mas Houston era hit para a maioria. Aos poucos, ela se emaranhou numa rede descendente, em que drogas, álcool e um casamento em eterno atrito eram as notícias, juntamente com o fracasso de discos, como Just Whitney em 2002, e o último One Wish: The Holiday Album, de 2003.
Whitney parece enfim dar a volta por cima, como já evidenciara na tradicional festa prévia ao Grammy, oferecida em fevereiro por seu empresário Clive Davis, no Beverly Hilton Hotel, quando a estrela foi quem mais atraiu atenções na noite, cantando ainda I Will Always Love You, I Believe in You and Me, It-s Not Right But It-s Ok e I-m Every Woman. Mas o retorno como diva em fluxo renovado veio com o lançamento, dia 31 de agosto, do novo CD de músicas inéditas, I Look to You, sétimo trabalho de estúdio da cantora, que dessa vez não assina as letras. Houston é a fonte inspiradora que deu o norte às composições das 11 faixas, colaborações com Akon, Alicia Keys, Fernando Garibay, Stargateo e David Foster, entre outros.
O álbum, que já atingiu o maior nível de vendas de Houston em CD de estréia desde 1991, foi precedido por Just Whitney, que ficou na 9ª posição com 205 mil cópias vendidas às vésperas do Natal de 2002. I Look to You já teve mais de 305 mil exemplares comercializados só nos Estados Unidos, segundo a revista Billboard. O primeiro single trabalhado foi Million dollar bill, produzido por Alicia Keys, que a crítica avaliou como uma eficaz demonstração de ímpeto de Whitney. Ao cantar Salute, ela remete à triste história de um casal, naturalmente associada a sua separação do cantor Bobby Brown. Em 2006, Whitney se divorciou de Brown após 15 anos de união, repletos de brigas e envolvimentos em escândalos sempre ligados às drogas.
Houston voltou então a ser solteira, feliz, recuperada e bem produzida, graças às atenções da filha Bobbi Kristina, de 15 anos, da mãe, Cissy Houston, e do empresário amigo, Davis. Ainda em 2007, Whitney foi eleita outra vez a ``A Rainha da Balada`` pelo site BlackAmericanWeb, e fez da nova coletânea The Best So Far um bom anúncio de volta ao mercado. Um novo contrato com a Arista Records de US$ 100 milhões prevê, além desse primeiro disco, outros álbuns. Assim, depois de sete anos, ela pode suspirar aliviada com I Look to You, que já é o seu disco de maior sucesso em estreia, desde o êxito da trilha sonora de O Guarda-Costas, em 1992, que liderou as listas dos EUA por 20 semanas consecutivas!
Herdeira de Grammys, American Music Awards, Billboard Music Awards, Emmys, um MTV Video Music Award, um MTV Movie Award, um MTV Europe Music Award e o especial Legend Award, Whitney Houston é uma influência inquestionável em 24 anos de atuação. Os números não mentem nem a metragem de seus ganhos. Ela já vendeu mais de 175 milhões de discos em todo o mundo, além de 70 milhões de singles; é a quarta melhor artista feminina de vendas nos Estados Unidos com 54 milhões de álbuns, segundo a Recording Industry Association of America, e já recebeu mais de 400 prêmios, sendo a mais premiada da história, como registra o livro Guinness dos Recordes, Guinness World Record, em 2006.
Apoio familiar
Recentemente, Whitney entrou na 34ª posição para a lista dos "100 melhores cantores de todos os tempos", sob a tutela da revista Rolling Stone, e ostenta a melhor posição entre artistas da sua geração. No início do mês, ela apresentou hits e músicas do novo disco no Central Park, em Nova York, na concorrida gravação para o programa Good Morning America. No também recente talk-show de Oprah Winfrey, a diva revigorada relembrou os sete meses que não saiu do pijama, deprimida pelas drogas e os solavancos com seu ex-marido Bobby Brown. Ainda refletiu que as pressões começaram com o filme Guarda-costas, e dedicou sua ressurreição à filha e à mãe.
Envolta no afago familiar, Whitney aconselhou à jovem popstar, Rihanna, a não reatar o namoro com Chris Brown, de quem sofreu agressões. ``Não cometa os mesmos erros que eu. Ao deixar o coração controlar a cabeça, você se destina a ter problemas``, teria dito à estrela de 21 anos. Já alardeiam também que Houston pode gravar ainda esse ano com os músicos brasileiros do grupo KLB. O trio de irmãos trabalhou com o cantor, compositor e ator David Elliott para o próximo CD, e teve a promessa desse novo fã em trazer participações inéditas para trabalhar com eles, como a mãe de Elliot, a cantora Dionne Warwick, e sua tia, ninguém menos que Whitney Houston.
Fonte: O Povo

Sumbe – Mais de 50 mil espectadores acompanharam sexta-feira à noite, na marginal da capital da província do Kwanza Sul, o espectáculo de abertura da nona edição do Festival Internacional de Música do Sumbe (Festisumbe2009), que voltou a ficar marcado, tal como em 2008, pela apatia da assistência. Em quase sete horas de música, em que desfilaram algumas das principais vozes do music hall nacional, poucos tiveram o mérito de esquentar a “gelada” plateia do Sumbe, que resistiu em grande número até aos derradeiros minutos do evento. O rapper Yannick Ngombo, do grupo Afroman, o grupo folclórico Kumbi-Lixia, o kudurista Puto Lilas e o músico Mansembilas estiveram entre os poucos que conseguiram entreter o inconstante público, do qual se espera uma postura mais participativa no espectáculo de encerramento, a decorrer esta noite, no mesmo local. A abertura do Show esteve a cargo do grupo de dança Nova Estrela, do Kwanza Sul, que exibiu dois números do seu repertório, ao som do ritmado tema “Kuma Kwa Kié”, de Yuri da Cunha, depois do já tradicional fogo de artifício, que serviu de boas vindas. Seguiu-se a actuação de Alcenio Morais, com os temas “Lua Cheia” e “Ongueva”, e a banda Voga, que teria a missão de acompanhar os próximos cinco artistas escalados. O conjunto liderado por Fly entrou com um pequeno intro, na voz de Presilha Calei, que interpretou “Maria Alucase”, de Carlos Burity, e “Zouk la Ce Sel Medicament Nou Ni, da banda antilhana Kassav, antes de chamar para o palco o estreante Mamborró. O artista interpretou três números, com destaque para “Sábado da Boda”, uma nova roupagem de um tema que gravou ainda na década de 90, antes de ceder lugar a Nolasco. Por breves segundos, o artista substituto agitou a plateia, mas não conseguiu manter o ritmo, à semelhança dos antecessores. Proletário foi o próximo a ser chamado. Cantou primeiro “Kizombas” e depois “Kimbombeia”, sem, contudo, “quebrar o gelo” da assistência, que se multiplicava em ritmo acelerado. Man Prole apresentou três temas e foi rendido por Justino Handanga, um dos tradicionais do Festisumbe, a par de Mansembilas e Bessa Teixeira. Conhecedor do público local, Handanga fez a sua parte, com três temas do seu disco de estreia a solo, tendo como destaque “Paulina”, que ajudou a esquentar o clima e criar ambiente para a entrada de Mansembilas. Este subiu e interpretou três números, entre os quais “Não Tenho Sorte” e “Makame”, original dos Jovens do Prenda. O primeiro bloco viria a ser encerrado com as actuações de Nelinha e do grupo folclórico Kumbi-Lixia, que teria a proeza de, pela segunda vez na noite, fazer dançar o público, tal como o colega que o antecedeu, Mansebilas. O segundo bloco foi aberto pela banda brasileira KLB, a única estrangeira contratada para esta edição, que alternou em quase uma hora de palco, temas rock and roll, com o seu tradicional romantismo. Depois subiu ao palco o grupo União Forever, antes de Pérola (uma das mais aguardadas da noite), na abertura do terceiro e derradeiro bloco. A cantora entrou animada, ao som de “Sentada Familiar”, e rapidamente alternou para “Doida”. O público cantou o segundo tema e o igualmente “Preste Atenção”, mas esteve longe de corresponder à expectativa, dado o peso da cantora no mercado. Assim foi também com Heavy C e sua banda, a mesma que Pérola chamou ao palco, ao som de “Vai na Tua Mãe”. O artista, um dos mais solicitados da actualidade, cantou mais de quatro temas, entre os quais “Como me Sinto eu” e “Homem Casado”, tendo deixado no Sumbe a sua marca e veia de produtor. Ainda assim, o público também não explodiu com a interpretação desses temas. A seguir, subiu ao palco MC Sakatanga, um grupo de rap, antes de Yannik, dos Afroman, que conseguiu, agora sim, “quebrar” a resistência do público já com o tema de abertura “1,2,3”. Mais de 30 mil pessoas, das mais de 50 mil presentes, cantaram com o artista, que voltou a confirmar a sua popularidade. O rapper teve ainda tempo para apresentar outros temas do seu disco de estreia a solo, entre os quais “Mentalidade”, que dá título ao álbum, “Levanta”, e “Podem Falar”. Foi o momento mais alto do espectáculo inaugural do Festisumbe, que registou ainda a passagem de outros artistas locais, intérpretes de kuduro, e Puto Lilas, que teve a honra de encerrar o show, perto das 04:00 da madrugada. Fonte: Portal Angop
“Estou em tuas mãos” e “Baby” foram alguns dos temas apresentados pelo trio, que intercalou muitas vezes música com um palavra de apresso ao povo do Sumbe.
Na sua actuação, a banda prestou uma singela homenagem ao Rei do Pop, Michael Jackson, falecido este ano, vítima de parada cardíaca. Dois números do astro norte-americano foram interpretados pelo grupo, com destaque para “Thriller”.

Sumbe – A banda brasileira KLB homenageou há instantes a estrela pop norte-americana Michael Jackson, interpretando dois números do vasto repertório do considerado Rei do Pop, na sua primeira participação no Festival Internacional do Sumbe (Festisumbe2009).

Sumbe – O guitarrista brasileiro Kiko, da banda romântica KLB, manifestou hoje, no Sumbe, província do Kwanza Sul, o desejo de ver o grupo tocar e interpretar uma música em género semba, o ritmo mais expressivo de Angola.

A Record Entretenimento, uma das empresas que compõe o Grupo Record de Comunicação, lançou recentemente o CD de "Poder Paralelo".

A Festa Nacional da Música chega a sua quinta edição como o encontro mais esperado e importante da música brasileira. Seu conceito se ampliou ainda mais nos últimos anos e, hoje, é referência para artistas e gravadoras atraindo a atenção dos meios de comunicação de todo o país.




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Fonte: Nativa.fm

Fonte: Blog KLB na HSBC Arena


Fonte: KLB.net


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Fonte: HSBC Arena


Local: HSBC Arena
Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca
Hora: 21h
Ingressos:
Pista VIP - R$ 120,00
Pista - R$ 60,00
Cadeira Primeiro Piso - R$ 40,00
Camarotes - R$ 60,00
KLB em apresentação única na Cidade Maravilhosa na HSBC Arena
“Entre o Céu e a Terra”
Dando continuidade a turnê do oitavo CD “Entre o Céu e a Terra”, que começou em agosto de 2008, o KLB (Kiko, Leandro e Bruno) se apresenta no dia 18 de Julho, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. A apresentação, que têm até momento dedicado ao recém falecido Rei do Pop, Michael Jackson, será única na cidade e vem reiterar esse ótimo momento da banda que desde seu nascimento flerta com o público com baladas bem românticas.
“Nós somos músicos e tocamos em todas as faixas e no show também fazemos isso. Em algumas músicas, deixo o vocal por conta do Bruno e assumo a bateria, que eu adoro tocar”, conta Leandro. Uma das características que o KLB mais gosta de deixar bem claro é mostrar para o público que eles são uma banda completa. Responsável pela direção artística do disco “Entre o Céu e a Terra”, Kiko se reveza entre guitarras, violões e teclado. Leandro comparece à bateria e Bruno, ao baixo.
A direção do show é de Franco Scornavacca, pai e empresário do KLB e a direção musical é do Kiko Scornavacca que sobe ao palco junto com os irmãos Leandro e Bruno e mais três músicos que acompanham o KLB nas apresentações.
Fonte: HSBC Arena

Mais um presente… Esse é muito bom!
Fonte: Twitter @klboficial
Créditos: Planet KLB

Presente...
Fonte: Twitter @klboficial
Créditos: Planet KLB
